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Twitter Discloses Suspected State-Sponsored Attack After Minor Data Breach

THN - Tue, 18/12/2018 - 09:35
Twitter has been hit with a minor data breach incident that the social networking site believes linked to a suspected state-sponsored attack. In a blog post published on Monday, Twitter revealed that while investigating a vulnerability affecting one of its support forms, the company discovered evidence of the bug being misused to access and steal users’ exposed information. The impacted

New Malware Takes Commands From Memes Posted On Twitter

THN - Tue, 18/12/2018 - 07:54
Security researchers have discovered yet another example of how cybercriminals disguise their malware activities as regular traffic by using legitimate cloud-based services. Trend Micro researchers have uncovered a new piece of malware that retrieves commands from memes posted on a Twitter account controlled by the attackers. Most malware relies on communication with their

Playmobil: O Filme ganha seu primeiro trailer

MeioBit - Mon, 17/12/2018 - 11:05

Playmobil: The Movie, que eu sinceramente nem sabia que estava sendo produzido, ganhou seu primeiro trailer esta semana, e conseguiu uma unanimidade, já que é impossível escrever qualquer coisa sobre ele sem falar em Uma Aventura Lego. Tudo bem que isso não deve irritar muito os produtores, afinal de contas, um filme não existiria sem o outro.

Antes de continuar, um disclaimer: admito que tenho uma ligação emocional com os brinquedos Playmobil, pois eram os que eu mais gostava de brincar milênios atrás, quando eu era criança. Indo além, no blog de brinquedos tem uma seção com centenas de bonecos e sets Playmobil, muitos deles escritos por mim, e na minha última viagem cheguei a comprar um Playmobil de 15 cm do Doctor Who, então também não dá pra dizer que só gostava da marca enquanto era criança.

Pra completar o meu perfil de público alvo, eu tenho filhos, então certamente irei assistir ao filme, mas levando duas coisas em conta, a primeira é que não dá pra ignorar os objetivos claramente caça-níqueis dessa produção, e a segunda é que mesmo assim, essa é uma história que pode dar certo, pelo menos para aqueles que gostaram de Uma Aventura Lego, o que é o meu caso.

A história do filme Playmobil é sobre dois irmãos que estão brincando com bonecos da marca e acabam sendo transportados para o mundo de brinquedo, e logo depois se separam. A irmã mais velha vai ter que procurar seu irmãozinho perdido naquele universo, e para isso, terá que encontrar ajuda. O começo do trailer já brinca com a pouca mobilidade dos bonecos, e isso pelo menos é algo no qual eles são bem diferentes dos bonecos Lego.

O filme do Playmobil tem como personagens principais Maria, interpretada por Anya Taylor-Joy (de Fragmentado), e seu irmão menor Charlie, dublado pelo ator Ryan S. Hill e depois por Gabriel Bateman, na versão viking. O ator mais famoso da produção é Daniel Radcliffe, que responsável pela voz do agente secreto Rex Dasher, não por acaso, o mesmo primeiro nome do novo personagem de Chris Pratt em Uma Aventura Lego 2. Coincidência? De forma alguma, já que o objetivo deve ter sido esse mesmo.

Jim Gaffigan vive Del, um caminhoneiro que servirá como alívio cômico do filme, papel que inclusive se presta em algumas cenas do trailer, e nada mais adequado, já que o ator é comediante. O atual vocalista do Queen, Adam Lambert, também dá as suas caras, ou melhor, um tostão da sua voz, como o Imperador Maximus, e a cantora Meghan Trainor também está no elenco como uma fada madrinha.

Esse será o primeiro de Lino DiSalvo como diretor, mas experiência não falta, já que ele trabalhou mais de 15 anos na Walt Disney Animation Studios e foi inclusive chefe de animação de Frozen, um imenso sucesso de crítica e público. Ele também é o autor da história original, mas o roteiro foi escrito por Blaise Hemingway, Greg Erb e Jason Oremland.

Playmobil: O Filme é uma co-produção francesa, alemã e americana, o que se explica pelo maior sucesso da marca de brinquedos na Europa. O estúdio francês Studiocanal também é o responsável por Farmageddon, Um filme de Shawn, O Carneiro da Aardman Animations, que também será lançado no ano que vem.

Sei que provavelmente acabei escrevendo tantas vezes a palavra “Lego” quanto “Playmobil” neste post, mas não tem jeito. Em praticamente todos os posts que foram escritos nos últimos dias sobre esse primeiro trailer, a comparação de Playmobil: O Filme com o filme Lego tem sido constante, e isso não acontece por acaso, trata-se de uma escolha consciente da produção.

Bem, se o novo filme fizer metade do sucesso de Uma Aventura Lego nas bilheterias, missão cumprida, pois isso significa que ele também terá o potencial de ajudar a vender muitos brinquedos Playmobil. Nós vamos descobrir se essa estratégia deu certo em agosto de 2019, na estreia de Playmobil: O Filme.

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Califórnia vai banir ônibus de combustão interna até 2040

MeioBit - Mon, 17/12/2018 - 07:30

O governo da Califórnia decretou a morte de sua frota de ônibus movidos a suco de dinossauro: o Conselho de Recursos Aéreos decidiu, de forma unânime que até 2040, todos os coletivos do estado sejam livres de emissões, sem choro nem vela.

É de conhecimento público que a Califórnia é um dos mais progressistas entre os 50 estados norte-americanos, e ele estuda banir completamente todos os veículos a combustão. Assim como ocorre na Noruega, o custo energético para renovar toda a frota seria altíssimo para os cofres públicos e para o consumidor, sem falar que muitas montadoras não gostariam nem um pouco. Claro, ele seria bem mais vantajoso dada a população de 39,54 milhões (dados de 2017).

Sem contar que como a Noruega, a Califórnia é um grande produtor de petróleo e gás natural. Ser amigo do planeta é bom para a imagem, mas não tanto para os negócios.

Investir em ônibus totalmente verdes pode ser algo bem mais vantajoso, mas para isso o investimento deve ser bem maior. Hoje, a frota estadual livre de emissões consiste em 153 veículos de um total de 12 mil, apenas 1,28% do total. Isso dá uma média de um ônibus para cada 3.295 habitantes, e não surpreende por que a Califórnia quer tanto banir carros movidos a combustão.

A título de comparação, a cidade de São Paulo possui pouco mais de 14 mil ônibus; desses, 20 são movidos a etanol, 201 são os bons e velhos Trólebus e apenas UM usa baterias (dados de julho/2018). Todos os demais, 98% da frota são movidos a diesel. Pode parecer pouco, e é, mas com 12,11 milhões de habitantes (dados de 2018), temos uma média de um ônibus para cada 865 habitantes.

Assim, o conselho do estado entende que começar a eliminar os veículos fósseis pela frota de transporte público é o melhor a se fazer. A partir de 2029, todos os novos ônibus adquiridos deverão ser verdes, com baterias ou utilizando a rede elétrica. Foi dado um prazo de 21 anos para que todos os veículos a combustão saiam de circulação, e as empresas licenciadas terão acesso a subsídios.

Agora a ironia: parte dos fundos virá do acordo feito entre o estado da Califórnia e a Volkswagen por causa do DieselGate, ainda que a montadora não fosse a única vilã da história.

O interessante nessa história, é que a decisão da Califórnia pode favorecer e muito as montadoras de veículos elétricos, especialmente a Tesla. Além de já ter sido vista brincando com um ônibus antigo, supostamente customizado para utilizar as estações Supercharger, a tecnologia por trás do caminhão Tesla Semi pode muito bem ser adaptada para o transporte público.

Em termos gerais, os ônibus elétricos como os da BYD Motors (o da foto que abre o artigo) possuem uma autonomia de aproximadamente 250 km, que é um número razoável, mas temerário para grandes distâncias ou situações de trânsito. Já um Semi possui duas versões de baterias, uma de 300 milhas (480 km) e outra de 500 milhas (804 km), cuja distância percorrida pode variar conforme a carga.

A montador está projetando estações dedicadas aos Semi, chamadas Megacharger que conseguem injetar uma carga suficiente para cobrir 400 milhas (644 km) em apenas 30 minutos. Para um ônibus, esses seriam números excelentes. E com a decisão da Califórnia, não surpreenderia em nada se Elon Musk anunciar em breve em breve o primeiro busão da Tesla.

Com informações: AP News, Autoblog.

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MUA 3, Nintendo Switch e o resultado de um bom relacionamento

MeioBit - Mon, 17/12/2018 - 06:16

Durante o The Game Awards deste ano fomos apresentados a vários jogos que estão em produção e entre eles, podemos dizer que o Marvel Ultimate Alliance 3: The Black Order foi uma das maiores surpresas. Além de um novo capítulo da série não ser esperado para agora, o fato dele estar sendo desenvolvido pelo Team Ninja e com exclusividade para o Switch tornou o anúncio ainda mais inacreditável.

Para tentar entender como isso foi possível, o pessoal do IGN conversou com o presidente e diretor de operações da Nintendo of America, Reggie Fils-Aime e a primeira pergunta que eles fizeram foi se a colaboração com a equipe da Koei Tecmo na criação do Hyrule Warriors e Fire Emblem Warriors teve alguma influência nessa nova parceria. Ele disse:

Teve. O que acontece no mundo do desenvolvimento é que você tem companhias que têm experiências positivas ao trabalharem juntas, juntamente com franquias que estão disponíveis e o dono da franquia querendo fazer algo com uma franquia em particular. Neste caso, esses três elementos se uniram para criar a oportunidade para este jogo.

Nós amamos isso e estamos constantemente procurando por esses tipos de oportunidades. É a porção do Team Ninja da Koei Tecmo que está trabalhando nisso. Eles possuem muitas habilidades e realmente ajudaram a pintar um cenário de o que será esse jogo. Estamos tremendamente empolgados com isso.

Reggie Fils-Aime ainda foi questionado sobre a possibilidade dos dois primeiros Marvel Ultimate Alliance serem adaptados para o Nintendo Switch, mas o executivo preferiu desconversar, dizendo que isso não está no foco deles no momento. Vale lembrar que tais títulos foram publicados pela Activision, tarefa esta que ao que tudo indica, no terceiro será feita pela própria Nintendo.

Isso também ajudaria a explicar uma exclusividade tão importante, já que a empresa japonesa provavelmente está colocando uma boa grana na criação do Marvel Ultimate Alliance 3. O problema nesse caso seria para os jogadores que não possuem o Switch, já que tal exclusividade poderá ser permanente.

Mas mesmo que isso não aconteça e depois de alguns meses o título apareça em outras plataformas, é muito bom ver a Nintendo mudando uma imagem que construiu nos últimos anos, principalmente durante a época do Wii U. Se naquela época era raro vermos um jogo de grande porte produzido por empresas externas, hoje o cenário é bem diferente e para quem possui um Switch, isso é ótimo.

A minha dúvida no entanto é se esse interesse externo se deve a uma política mais aberta por parte da fabricante ou se as outras desenvolvedoras e editoras estão se aproximando apenas por o híbrido da Nintendo estar vendendo muito. No fundo, acho até que uma coisa está diretamente ligada a outra, mas independentemente do motivo, atualmente não podemos dizer que o Switch é um aparelho indicado apenas pelos jogos da BigN.

Fonte: GoNintendo.

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Critical SQLite Flaw Leaves Millions of Apps Vulnerable to Hackers

THN - Sat, 15/12/2018 - 04:05
Cybersecurity researchers have discovered a critical vulnerability in widely used SQLite database software that exposes billions of deployments to hackers. Dubbed as 'Magellan' by Tencent's Blade security team, the newly discovered SQLite flaw could allow remote attackers to execute arbitrary or malicious code on affected devices, leak program memory or crash applications. SQLite is a

New Facebook Bug Exposed 6.8 Million Users Photos to Third-Party Apps

THN - Fri, 14/12/2018 - 16:01
Facebook's latest screw-up — a programming bug in Facebook website accidentally gave 1,500 third-party apps access to the unposted Facebook photos of as many as 6.8 million users. Facebook today quietly announced that it discovered a new API bug in its photo-sharing system that let 876 developers access users' private photos which they never shared on their timeline, including images uploaded

New Shamoon Malware Variant Targets Italian Oil and Gas Company

THN - Fri, 14/12/2018 - 14:19
Shamoon is back… one of the most destructive malware families that caused damage to Saudi Arabia's largest oil producer in 2012 and this time it has targeted energy sector organizations primarily operating in the Middle East. Earlier this week, Italian oil drilling company Saipem was attacked and sensitive files on about 10 percent of its servers were destroyed, mainly in the Middle East,

PHM Atlântico – O maior navio de combate da América Latina

MeioBit - Fri, 14/12/2018 - 12:38

Essa semana o Porta-Helicópteros Multiuso Atlântico abriu suas portas para visitação no Porto do Rio de Janeiro. Comissionado em 1998 como HMS Ocean, é um porta-helicópteros que foi a nau capitânia da Marinha Real até o lançamento do HMS Queen Elizabeth. Em fevereiro de 2018 o Brasil comprou o navio e ele está sendo preparado para ser incorporado à Frota, mas não agora, então fique calmo, Maduro, ainda não vamos invadir a Venezuela.

O Navio de assalto anfíbio

Durante a Segunda Guerra ficou evidente que as forças de desembarque eram alvos fáceis para a artilharia inimiga e os próprios navios que levavam essas forças pareciam ter um enorme X vermelho marcado no casco. Em muitos casos, principalmente no Pacífico, porta-aviões de escolta eram usados de forma improvisada para proteger essas forças, mas havia a necessidade de um meio específico.

Foi idealizado então o navio de assalto anfíbio, uma unidade naval capaz de se defender sozinha e levar uma força de desembarque, incluindo meios aéreos para dar suporte para essas forças. Os Estados Unidos criaram sua própria frota de mini-porta-aviões dos fuzileiros, levando helicópteros e caças Harrier de decolagem vertical, agora substituídos pelos F-35. Um desses navios é o USS América, que para todos os fins NÃO é um porta-aviões.

São 45 mil toneladas levando 1.650 fuzileiros armados até os dentes, prontos para espalhar democracia em qualquer lugar do mundo.

USS America fuck yeah

O HMS Ocean é mais modesto, visto que não precisa mais proteger um império onde o Sol não se põe.

Alguns dados do Ocean:

  • Deslocamento: 21.500 toneladas
  • Comprimento: 203,4 metros
  • Largura: 35 metros
  • Calado: 6,5 metros
  • Velocidade: 18 nós, ou 33 km/h
  • Autonomia: 13 mil km
  • Tripulação: 465
  • Tropas: 830 fuzileiros
  • Barcos de desembarque: 5 LCVP Mk5 de 24 toneladas

Ele serviu na Marinha Britânica de 1998 a 2018, passando por uma grande reforma em 2014 que durou 15 meses, um motivo de sua venda ter sido tão polêmica. Muita gente não gostou da Marinha Real gastar uma baba colocando o navio nos trinques pra logo em seguida passar adiante.

Quando ficou evidente que não havia sentido em manter mais um navio caro, com a entrada em serviço do Queen Elizabeth e em breve do Príncipe de Gales, a Marinha Inglesa desapegou e colocou o Ocean para vender, notícia essa que chegou aos ouvidos dos interessados, incluindo Brasil e Turquia. Negociações discretas aconteceram e, ano passado, o Ministério da Defesa confirmou o interesse. Em novembro de 2017 começaram as negociações formais, e em dezembro foi batido o martelo. O HMS Ocean era nosso, por US$ 113,2 milhões – mais ou menos R$ 444 milhões.

Compra fechada, o bicho foi para o estaleiro, é preciso revisar tudo, limpar os compartimentos, ver se ninguém esqueceu livros de códigos secretos em alguma gaveta. Ah sim, e também remover os sistemas de defesa contra torpedos e os 3 sistemas Phalanx  Mk15 Block 1B, este brinquedo aqui:

Como é produzido pela Raytheon, há um monte de cláusulas de restrições de exportação do Tio Sam, e de qualquer jeito a Rainha não tem muitos sobrando, então eles foram removidos para posterior uso em outros navios. Também foram removidas as m134 miniguns, aquelas metralhadoras iguais às do predador.

Ficaram quatro canhões automáticos de 30 mm DS30M Mk 2, como este abaixo:

É essencialmente um Bushmaster 2 em uma plataforma giro estabilizada, controlada remotamente. Um operador com um joystick seleciona o alvo, aperta o gatinho e pew-pew-pew ele manda 200 projéteis de 30 mm de pura democracia atingindo alvos a até 5 km de distância.

Em verdade a gente nem queria o Phalanx, ele é caro e complicado, a Marinha vem estudando já alternativas, um dos sistemas potenciais é o Oerlikon Millennium de 35mm:

Algo que VEIO com o Atlântico foram os barcos de desembarque:

O Atlântico veio com quatro LCPV (Landing Craft Vehicle Personnel) Mk5. Cada um pesa 24 toneladas, tem 15 metros de comprimento e pode levar veículos de combate ou 38 fuzileiros plenamente equipados, a uma velocidade máxima de 46 km/h.

Abaixo do Convés de Voo do PHM Atlântico ficam seus dois hangares: Um para 40 veículos e o principal para até 18 helicópteros. As aeronaves são levadas ao convés por dois elevadores construídos pela MacTaggart Scott:

Uma ótima notícia é que os ingleses toparam vender o Ocean sem remover este bicho aqui:

É um radar Artisan Tipo 997 3D.

Radares normalmente funcionam em duas dimensões, eles reportam a distância e direção do alvo, sem informações de altitude. Somente radares mais sofisticados conseguem obter dados de altitude, essenciais para direcionar interceptadores e mísseis.

Construído pela BAE Systems, o Artisan equipa as principais embarcações da Marinha Real, incluindo o HMS Queen Elizabeth. Ele é capaz de detectar alvos a 200 km de distância, e consegue rastrear 900 alvos simultaneamente. Com isso o Atlântico pode fornecer cobertura de radar e informações de alvo para as unidades menos equipadas da frota. No momento só dois países do mundo operam o Artisan 997: Brasil e Reino Unido.

No final, a visita ao Atlântico foi satisfatória, mas ficou devendo profundidade. Sem muito tempo ou pessoal para fazer visitas guiadas, o circuito era basicamente subir por uma das rampas laterais, de lá seguir pela rampa principal para o convés de voo, descer para o hangar de veículos e de lá chegar até o elevador pro hangar de aeronaves, foi possível ter uma boa ideia do tamanho do bicho, mas faltou muita, muita coisa.

Não vimos a Ponte, o CIC, a praça de máquinas, refeitórios, quase nada de suculento.

Clique para engrandalhecer

Quais os próximos passos para o PHM Atlântico? A Marinha precisa definir exatamente quais serão suas funções e quais aeronaves usará. Focará em ataques navais ou comprará mais helicópteros russos como os Mi-35 (chamados aqui de AH-2 Sabre) que a FAB opera?

Será que agora investirão em escoltas? Hoje foi batizado o Riachuelo, submarino classe Scorpene construído no Brasil, o primeiro de quatro. A madrinha foi a excelentíssima (bota excelente nisso!) Marcela Temer, e ela quebrou a garrafa na primeira tentativa, o que na tradição naval significa boa sorte para o barco.

Levando em conta todo o trabalho de tradução, conversão de sinalização, adestramento das tripulações, adaptação de sistemas, incorporação de tecnologias locais e todas as milhares de tarefas, pequenas e grandes necessárias para que um navio de guerra esteja plenamente integrado a uma esquadra, a estimativa é que o Atlântico só esteja plenamente operacional em 2020. Até lá, que bons ventos o levem, e bem-vindo ao Brasil, bravo guerreiro!

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Fake Bomb Threat Emails Demanding Bitcoins Sparked Chaos Across US, Canada

THN - Fri, 14/12/2018 - 10:57
"Pay $20,000 worth of bitcoin, or a bomb will detonate in your building" A massive number of businesses, schools, government offices and individuals across the US, New Zealand and Canada on Thursday received bomb threats via emails that caused nationwide chaos, forcing widespread evacuations and police response. The bomb threat emails were apparently sent by spammers, threatening people that

Spock rouba a cena no trailer da segunda temporada de Star Trek: Discovery

MeioBit - Fri, 14/12/2018 - 10:04

Um tempo atrás, a presença do Sr. Spock em Star Trek: Discovery era apenas imaginada ou especulada, mas hoje, a coisa mudou totalmente de figura. Se no primeiro trailer da segunda temporada divulgado alguns meses atrás, o personagem precisava de ajuda, desta vez o vulcano mais querido do universo assume de vez o protagonismo, e deixa alguns outros personagens da primeira temporada em segundo plano, assim como o Capitão Pike.

As conversas de Spock com sua irmã de criação Michael Burnham e com Pike servem como base para o trailer, e parece excelente a química entre o ator que vive Spock (Ethan Peck, neto de Gregory Peck)  com Sonequa Martin-Green e Anson Mount.

O trailer também traz muitas cenas de ação e nos apresenta um mistério, com os sinais que antecedem a chegada de um “Anjo Vermelho”, com o qual Michael e Spock andam tendo visões, e que pode representar um grande perigo para toda a vida inteligente na galáxia. Pois é, nessa temporada, mais uma vez, as apostas mais uma vez são bem altas.

Além da ameaça na trama, o tal Anjo marca um novo começo para Star Trek: Discovery, mostrando que a guerra com os klingons ficou mesmo para trás. Os klingons estarão de volta, com direito a terem cabelos (ou perucas, dependendo do ponto de vista), mas desta vez não serão mais os principais antagonistas da trama. Sim, o Shazad Latif está de volta como Ash Tyler, mas Voq não deve dar o ar da sua graça.

Por trás das investigações sobre o Anjo Vermelho está a carismática agente (e ex-imperadora) Philippa Georgiou da Seção 31, que também periga ganhar sua própria série em breve, e que certamente terá seus próprios interesses em primeiro lugar. O trailer também mostra Tilly em apuros e um alienígena que tem cara de poucos amigos.

A nova temporada de Star Trek: Discovery estreia nos Estados Unidos na CBS All Access dia 17 de janeiro do ano que vem, e no Brasil e no resto do mundo, irá passar na Netflix (mas não necessariamente neste mesmo dia). A produção da série é da CBS Television Studios, Secret Hideout e Roddenberry Entertainment.

Vale lembrar que alguns antes de Ethan Peck ter sido escolhido para o papel, a ideia de usar uma versão em computação gráfica de Leonard Nimoy havia sido defendida pelo herdeiro do ator, Adam Nimoy, diretor do excelente documentário For The Love of Spock. Ainda bem que não fizeram isso!

Além do trailer, a CBS divulgou um belo pôster com os temas da nova temporada.

Saiba mais no site oficial de Star Trek.

Clique abaixo para ver o trailer no canal do TV Guide, já que o canal da CBS bloqueia nós, espectadores tupiniquins.

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Samsung Galaxy Tab A 10.5″: para gregos e troianos — Review

MeioBit - Fri, 14/12/2018 - 08:30

Lançado no Brasil em outubro, o tablet Galaxy Tab A 10.5″ é a aposta da Samsung para um mercado que está cada vez mais complicado, se você não é a Apple. Mesmo a maçã vem vendendo cada vez menos iPads, e boa parte dos fabricantes de dispositivos Android jogaram a toalha e se concentram nos celulares.

Isso não se aplica à Samsung, e a empresa mantém duas linhas tal qual sua principal concorrente: enquanto o Galaxy Tab S4 é voltado para a produtividade, este modelo é indicado para consumo de conteúdo, e posicionado como um gadget para toda a família.

O Galaxy Tab A 10.5″” é um bom dispositivo intermediário, e vale o preço pedido? Eu o testei por um mês e estas são as minhas impressões.

Design e Tela

Ao sair da caixa, o Galaxy Tab A 10.5″ impressiona pelo acabamento na parte frontal. Outrora os tablets intermediários da Samsung não recebiam muita atenção, mas este é de fato muito bonito. Ao liga-lo, você percebe que a decisão de não incluir botões físicos foi aplicada aqui também, e é bom ver a fabricante removendo os componentes capacitivos de seus modelos menos glamourosos.

Ao ver a parte traseira, porém, temos o primeiro problema. A Samsung decidiu por um revestimento emborrachado, que embora propicie uma pegada firme e sólida, é um terror no que diz respeito à higiene: mesmo na cor preta, a traseira ficará manchada e suja com muita facilidade, e deixa-la “nos trinques” exige certo trabalho.

Em última análise, a Samsung Brasil foi muito esperta de não ter lançado o modelo branco por aqui.

Falando sobre a tela, temos aqui um display LCD IPS de… bem, 10,5 polegadas e proporção 16:10, com resolução de 1.920 x 1.200 pixels. No início, você deve pensar que por não ser um AMOLED a qualidade da imagem é inferior, mas a Samsung entregou um tablet com uma boa performance de tela. As cores são vivas, a saturação, brilho e contraste são decentes e é possível até identificar detalhes sob luz forte, permitindo seu uso ao ar livre.

Para se diferenciar um pouco do Galaxy Tab S4, o Tab A 10.5″ não possui bordas simétricas, e traz duas áreas grandes sem uso acima e abaixo do display. A meu ver, este seria um espaço melhor aproveitado com mais tela ou eliminado com dimensões menores, mas a estratégia da Samsung é estimular a venda do modelo mais caro, logo, é interessante do ponto de vista de negócios não entregar os melhores recursos no mais modesto.

O Galaxy Tab A 10.5″ não é um modelo deixado com os piores componentes, no entanto. Aqui, o conector microUSB deu adeus e temos um USB Type-C, ainda que apenas USB 2.0 e a porta P2 para fone de ouvido foi mantida, sendo a Samsung uma das poucas que ainda acredita em conexões tradicionais para áudio; há quem diga que os modelos de 2019 não mais trarão o conector, mas divago.

Outro elemento interessante, também presente no Tab S4 é o conector POGO, que permite o uso de capas-teclado compatíveis. Ele não possui um acessório dedicado, como o Tab S4, mas pode ser utilizado com qualquer modelo disponível no mercado e viabiliza seu uso como um ultrabook, ainda que ele não possua acesso ao modo DeX, que habilita uma interface de desktop.

Assim, o Galaxy Tab A 10.5″ suporta o uso como tablet do dia a dia e com um pouco de esforço, é capaz de suprir as necessidades de quem precisa de um aparelho para realizar tarefas mais elaboradas on the go, como escrever e editar documentos. Só não espere encontrar o mesmo desempenho de um tablet de ponta.

Hardware

Com um Snapdragon 450 e 3 GB de RAM, o Galaxy Tab A 10.5″ é o que se espera de um tablet intermediário, porém ele não faz feio. Ele possui uma experiência de uso suave a bastante agradável, e não engasgou ou travou em nenhum momento durante os testes. Alguns games mais exigentes, como Asphalt 9: Legends tiveram que ser ajustados para configurações gráficas mais comedidas no entanto, visto que a performance ficou aquém do ideal com tudo no máximo.

De maneira geral, este é um tablet muito bom para ver vídeos, ler, jogar, navegar e ouvir música. E esse último ponto merece destaque.

A Samsung, em um momento de extrema lucidez equipou o Galaxy Tab A 10.5″ com quatro alto-falantes AKG, os mesmos presentes no topo de linha Galaxy Tab S4. Por ser compatível com Dolby Atmos, o gadget entrega uma performance sonora acima da média para um dispositivo de sua categoria, com imersão e boa definição de graves e agudos, o suficiente para identificar alguns detalhes que só percebemos com fones de ouvido.

Com o volume no máximo é possível perceber distorções, mas no geral, a impressão é excelente. Pelas saídas de som serem posicionadas nas partes superior e inferior, o mais indicado a fazer é segurar o tablet na horizontal, para que o áudio flua; o que não é problema se você estiver vendo um filme ou um vídeo no YouTube, claro.

Se ainda assim você preferir utilizar um fone de ouvido, o conjunto que acompanha o tablet é bem decente, mas na minha opinião, dê uma chance ao som da AKG e não irá se decepcionar.

Software e Bateria

Temos aqui o Android 8.1 Oreo, com customizações leves da Samsung e alguns aplicativos próprios, como o SmartThings, voltado a controlar dispositivos inteligentes da Internet das Coisas, compatíveis como suas próprias TVs, ar-condicionados e outros. Já o SmartFlow é mais útil, é o modo Continuidade da fabricante, que permite começar uma tarefa em um gadget e termina-la em outra.

Embora a versão móvel seja exclusiva dos smartphones, tablets e smartwatches da própria Samsung , ele é compatível com Windows, permitindo a inclusão de seu desktop ou notebook na brincadeira. Temos também o Bixby, que ainda não fala português, e por enquanto está limitado aos recursos de cards e Realidade Aumentada, para análise de fotos, leitura de códigos de barra, OCR e etc.

O grande problema do Android em tablets, no entanto permanece: diferente do que acontece no iOS, boa parte dos apps mais essenciais não são adaptados para telas grandes, e oferecem uma interface “esticada” ou com pouco aproveitamento. Softwares de primeira linha, como o Gmail e o Google Drive, e outros de terceiros mas muito populares, como o Evernote estão entre os que não possuem um design diferenciado entre smartphones e tablets.

O destaque do Galaxy Tab A 10.5″, no entanto é sua natureza de gadget para toda a família, e por isso ele conta com um Modo Infantil bastante completo e fácil de configurar.

Com ele, os pais podem criar perfis separados para seus filhos totalmente blindados, definir quais apps e jogos eles podem usar, impedir que eles instalem outros softwares ou acessem a internet livremente, e definir quanto tempo eles poderão usar o tablet por dia. O Modo Infantil é atrelado à conta de um responsável, e somente ele poderá alterar as configurações ou desativar a ferramenta, para quando quiser utilizar ele mesmo o dispositivo.

Para dar suporte a tudo isso, o Galaxy Tab A 10.5″ é equipado com uma bateria de 7.300 mAh, e que graças ao hardware menos exigente é capaz de entregar uma autonomia muito boa, mesmo entre os melhores tablets Android. Em situações de uso normal e moderado, com navegação, consumo de vídeos, música e jogos ocasionais, a energia irá escoar em até 13 horas.

Em meus testes, eu resolvi pegar pesado e rodar games como Asphalt 9: Legends (rodando em configurações gráficas mais modestas), Horizon ChaseDissidia Final Fantasy: Opera Omnia, além de uma hora de YouTube Music e Deezer nos alto-falantes, uma hora de navegação e redes sociais, 30 minutos de edição de documentos no Google Docs e 30 minutos de YouTube, tudo com o brilho no máximo e utilizando a rede Wi-Fi.

O tablet foi tirado da tomada às 14:00, e às 23:00 a bateria atingiu a marca de 18%, dentro da média. Por outro lado, o software é inteligente o bastante para consumir apenas o mínimo necessário em modo standby, e ele pode resistir a até três dias sem carga caso não seja usado. Na hora da recarga, o tablet leva em torno de 3,5 horas para ir de 0 a 100%.

Câmeras

Tablets não são os melhores dispositivos para se tirar fotos ou fazer vídeos, mas como os componentes estão presentes, convém falar um pouquinho sobre eles. A câmera principal do Galaxy Tab A 10.5″ possui 8 megapixels e abertura ƒ/1,9, e num primeiro momento você deve pensar que ela é muito boa.

A verdade é que ela é apenas suficiente, como toda câmera presente em tablets.

Em condições ideais de iluminação, como ao ar livre, você conseguirá capturar fotos razoavelmente boas, mas com algum ruído e perda de definição principalmente nas bordas. A meu ver, ela é apenas indicada para situações de extrema urgência, onde seu smartphone ficou sem bateria e você precisa desesperadamente registrar um evento.

Para toda situação que não seja essa, qualquer outro tipo de câmera que não a de um tablet é melhor, até porque manusear um em público como tal é e continuará sendo um ato bizarro.

Em ambientes internos ou com pouca luz, a perda de detalhes é nítida e o software de pós-processamento entra em ação. O resultado são fotos com pouca qualidade, mas estamos falando de um dispositivo que não foi projetado para ser uma câmera portátil.

A câmera principal do Galaxy Tab A 10.5″ será mais usada para fotografar e escanear documentos, ler QR Codes e códigos de barra, e todas as demais situações serão quebra-galhos, como é de praxe em tablets.

A câmera selfie, com 5 MP e abertura ƒ/2,2 que deveria ser mais útil que a traseira, mal serve para o arroz-com-feijão que são as videoconferências. E exatamente por não ser um componente lá muito bom, ela é a principal culpada pela performance menos que o aceitável para reconhecimento facial. Mesmo em situações com bastante luz, o Galaxy Tab A 10.5″ sofre para identificar seu rosto de acordo, e vai falhar para liberar o dispositivo na maior parte das vezes.

Seria muito melhor contar com um leitor de impressões digitais para desbloquear a tela, mas como a Samsung não o incluiu nem no Galaxy Tab S4, fica claro que seus tablets daqui por diante dependerão apenas do desbloqueio via reconhecimento facial; por outro lado, é fato que todo mundo vai continuar usando os bons e velhos padrões, PINs e senhas.

Conclusão

O Galaxy Tab A 10.5″ é uma opção mais em conta para quem não pode ou não quer gastar muito num tablet Android, e quem optar por ele vai encontrar um produto com uma boa performance, capaz de reproduzir áudio com qualidade e uma boa tela, que mesmo não sendo uma AMOLED é bem interessante para consumir vídeos e jogar.

Com um teclado POGO, é possível até usa-lo como uma estação de trabalho, sendo ele um bom substituto de um ultrabook mais modesto. Seus pontos negativos são o reconhecimento facial, que não funciona direito e o acabamento emborrachado na traseira, que vai sujar rapidamente.

Dito isso, os R$ 2.199 pedidos pela Samsung na época do lançamento faziam com que o Galaxy Tab A 10.5″ fosse bem menos atraente para os que desejam um produto familiar, ainda mais se comparado com o iPad de entrada (R$ 2.799 no modelo de 32 GB e Wi-Fi); hoje, no entanto ele já pode ser encontrado por até R$ 1.699 na rede varejista, o que faz dele uma opção bem mais interessante.

Se você procura um tablet para consumo de conteúdo que seus filhos também poderão usar, não faz tanta questão de apps adaptados para uma tela grande, um problema que o Android ainda não sanou por completo, e que entregue uma performance decente sem esvaziar o seu bolso, o Galaxy Tab A 10.5″ pode ser uma boa pedida.

Especificações
  • Processador: SoC Snapdragon 450 da Qualcomm, octa-core Cortex-A53 com clock de 1,8 GHz e GPU Adreno 506;
  • Memória RAM: 3 GB;
  • Armazenamento interno: 32 GB;
  • Armazenamento externo: entrada dedicada para cartão microSD de até 512 GB;
  • Tela: display LCD IPS de 10,5 polegadas, proporção 16:10 e resolução de 1.920 x 1.200 pixels (216 ppi);
  • Câmera traseira: 8 megapixels, abertura ƒ/1,9, autofoco, Flash LED e capacidade de filmar em 1080p a 30 fps;
  • Câmera selfie: 5 MP, abertura ƒ/2,2 e captura de vídeos em 1080p a 30 fps;
  • Sensores: acelerômetro, giroscópio, bússola, luminosidade, proximidade e leitor de íris;
  • Conectividade: 4G/LTE, Wi-Fi 802.11 a/b/g/n/ac, Bluetooth 4.2, AD2P, BLE, A-GPS, GLONASS, BDS;
  • Bateria: 7.300 mAh;
  • Portas: USB 2.0, conector Type-C 1.0 e P2 para fone de ouvido;
  • Sistema operacional: Android 8.1 Oreo;
  • Dimensões: 260 x 161,1 x 8 mm;
  • Peso: 534 g.
Pontos Fortes:
  • Tela com boa resolução e definição de cores;
  • Performance sonora acima da média para a categoria;
  • Bateria de excelente autonomia.
Pontos Fracos:
  • O reconhecimento facial erra mais do que acerta;
  • A traseira emborrachada fica suja com facilidade.

Meio Bit analisou o Galaxy Tab A 10.5″ com uma unidade gentilmente cedida pela Samsung.

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PlanetSide Arena, o novo battle royale da Daybreak

MeioBit - Fri, 14/12/2018 - 06:39

E se você achou que 2018 iria acabar sem o anúncio de mais um jogo do estilo battle royale, sinto informar, mas lembre-se de nunca duvidar da capacidade da indústria de sugar até a última gota do que está fazendo sucesso no momento. Com vocês o PlanetSide Arena, novo jogo da Daybreak Game Company que tentará abocanhar uma fatia desse tão lucrativo (e competitivo) mercado.

Previsto para chegar ao Steam no dia 29 de janeiro, inicialmente o jogo contará com dois modos, sendo um deles um battle royale para até 150 jogadores onde poderemos participar sozinhos ou em equipes formadas por três pessoas. O outro será o Massive Clash, onde duas equipes com 250 jogadores se enfrentarão até a morte. O plano é para que outros modos sejam adicionados no futuro, como os tradicionais deathmatch e capture the flag.

A boa notícia para quem não gosta de títulos lançados como em Acesso Antecipado é que o PlanetSide Arena já será disponibilizado como um jogo “terminado”, mas para quem gosta de games gratuitos, ele infelizmente não seguirá os passos do Fortnite. Com duas versões disponíveis na pré-venda, a mais barata delas está saindo por R$ 39,33.

É muito bom para a nossa equipe ver o PlanetSide crescer,” declarou Nick Silva, produtor do PlanetSide 2. “O PlanetSide Arena oferecerá aos fãs algo novo que tanto preserva quanto constrói em cima de todas as características que tornam o PlanetSide 2 tão único: a guerra em grande escala, os suaves movimentos e mecânicas de batalha, os veículos e armas icônicos. Será uma grande vitória para todos nós introduzir novos jogadores à franquia.

No game teremos três classes à nossa disposição, cada uma com habilidades específicas. No caso por exemplo do Assault ele será mais rápido que os demais e curará os membros da sua equipe quando atingir os inimigos. O Engenheiro por sua vez poderá colocar uma barreira de proteção a sua frente, enquanto o Médico conseguirá reviver os parceiros e abrir caixas mais rapidamente.

E para aqueles que forem se aventurar pelo battle royale, saiba que no início de cada partida surgiremos apenas como uma faca, um jetpack e um veículo individual que poderá ser “invocado” a qualquer momento. Caberá então ao jogador explorar o vasto mapa para encontrar equipamentos melhores, com a experiência adquirida sendo mantida e servindo para desbloquear novas armas e diagramas.

Os jogadores também serão premiados com dinheiro in-game de acordo com as suas ações, com a grana servindo para comprarmos armas em alguns terminais. Porém, a Daybreak garante que nada poderá ser adquirido no PlanetSide Arena com dinheiro real, o que sem dúvida é um bom sinal.

Também adotando o modelo de temporadas, a promessa é de que com com o tempo o jogo receberá novas classes, veículos, armas e atualizações no mapa, mas por enquanto é difícil saber se o PlanetSide Arena se mostrará um grande competidor ou acabará sendo apenas mais um battle royale fadado ao fracasso.

O que a pesa a favor do jogo é a experiência dos seus criadores e o fato dele nascer de uma franquia já consagrada. Eu sempre gostei muito da ideia do PlanetSide, onde centenas de jogadores podem se enfrentar num mapa gigantesco e embora tenha jogado o segundo capítulo muito menos do que deveria, esta é uma série que sempre respeitarei por tentar nos entregar uma guerra de grandes proporções. Agora, se isso será suficiente para atrair um bom público, só o tempo — e a qualidade do PlanetSide Arena — dirá.

PS: de acordo com a Daybreak, o lançamento do Arena de forma alguma significa que o PlanetSide 2 será deixado de lado. Há inclusive o plano de adicionar um novo continente ao jogo ainda no ano que vem, mas nós sabemos muito bem como as coisas funcionam. Se o novo jogo fizer um sucesso tremendo, eu não estranharei se o seu antecessor for simplesmente abandonado.

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Taylor Swift usou reconhecimento facial pra identificar stalkers em show

MeioBit - Thu, 13/12/2018 - 16:24

A cantora Taylor Swift deve ter uma vida difícil com seus stalkers, tanto que resolveu aderir a tecnologia de reconhecimento facial para tentar identificar seus haters e malucos em geral em um dos seus shows. A câmera estava escondida em uma tela de um quiosque oficial da cantora, onde clipes de Swift eram exibidos.

Qualquer pessoa que olhasse para a tela tinha sua imagem capturada e transmitida para um servidor em Nashville, onde os rostos eram analisados e comparados com um banco de dados com imagens de centenas dos stalkers e haters particulares da cantora. O fato ocorreu em um show de Taylor Swift no dia 18 de maio deste ano no Rose Bowl em Pasadena, na região de Los Angeles, Califórnia.

Quem garante a veracidade do caso é Mike Downing, chefe de segurança na Oak View Group, que é a empresa que administra várias casas de show, estádios e arenas nos Estados Unidos, incluindo o Madison Square Garden e o prório Rose Bowl. A assessoria de Taylor Swift foi procurada pela Rolling Stone, mas pelo menos até agora, preferiu não se manifestar sobre o assunto.

Mas será que ter seu rosto capturado e analisado em um quiosque de um show é algo legal? O The Verge acredita que como o evento é privado, a artista estava no seu direito de fazer isto. Não tenho conhecimento jurídico sobre o tema, mas sei que na hora de comprar um ingresso, o espectador geralmente consente com um acordo que diz que os produtores poderão usar a sua imagem para os mais variados fins, e é bem possível que algo assim já esteja incluído no pacote.

De qualquer maneira, é inegável que vivemos em um mundo no qual nossa privacidade cada vez mais será vendida ou trocada entre as corporações, isso quando o grande vigilante não é o próprio governo. Na China, por exemplo, a privacidade dos cidadãos é literalmente deixada de lado, e o país tem alcançado grandes avanços (ou atrasos, dependendo do seu ponto de vista) no reconhecimento facial de massas.

Por lá, a tecnologia é usada desde coisas singelas como evitar o roubo de rolos de papel higiênico (tudo bem que isso não se faz), até mais sofisticadas, como identificar um suspeito entre 60 mil presentes em um show no estádio Nanchang. O objetivo das autoridades chinesas é criar uma rede única de vigilância, que vai monitorar seus cidadãos (e também turistas), o tempo todo.

Voltando ao show de Taylor Swift, pra mim a iniciativa foi compreensível e até inofensiva, principalmente por não estar na bilheteria ou na roleta, e sim já dentro do evento, mas alguns podem achar que isso abre um precedente perigoso, no qual os artistas podem fazer sua própria filtragem para retirarem de um show de pessoas que eles considerem que não são bem-vindas.

A imagem que ilustra este texto é deste post.

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Adobe's Year-End Update Patches 87 Flaws in Acrobat Software

THN - Wed, 12/12/2018 - 08:35
Adobe is closing out this year with its December Patch Tuesday update to address a massive number of security vulnerabilities for just its two PDF apps—more than double the number of what Microsoft patched this month for its several products. Adobe today released patches for 87 vulnerabilities affecting its Acrobat and Reader software products for both macOS and Windows operating systems, of

Microsoft Issues Patch for Windows Zero-Day Flaw Under Active Attack

THN - Wed, 12/12/2018 - 06:49
Microsoft today, on its year-end December Patch Tuesday, released security updates to patch a total 39 vulnerabilities its Windows operating systems and applications—10 of which are rated as critical and other important in severity. One of the security vulnerabilities patched by the tech giant this month is listed as publicly known at the time of release, and one is a zero-day reported as being

phpMyAdmin Releases Critical Software Update — Patch Your Sites Now!

THN - Tue, 11/12/2018 - 13:28
Developers of phpMyAdmin, one of the most popular and widely used MySQL database management systems, today released an updated version 4.8.4 of its software to patch several important vulnerabilities that could eventually allow remote attackers to take control of the affected web servers. The phpMyAdmin project Sunday gave an early heads-up about the latest security release on its blog,

Google+ to Shut Down Early After New API Flaw Hits 52.5 Million Users

THN - Mon, 10/12/2018 - 19:02
Google today revealed that Google+ has suffered another massive data breach, forcing the tech giant to shut down its struggling social network four months earlier than its actual scheduled date, i.e., in April 2019 instead of August 2019. Google said it discovered another critical security vulnerability in one of Google+'s People APIs that could have allowed developers to steal private

Seagate revela HD de 16 TB feito com nova técnica HAMR

MeioBit - Mon, 10/12/2018 - 07:30

Sete anos atrás, a Seagate garantiu que a nova técnica de gravação HAMR (Heat-assisted Magnetic Recording, ou Gravação Magnética Auxiliada por Calor) seria a chave para desenvolver discos rígidos cada vez mais espaçosos, mas ocupando o mesmo espaço das unidades tradicionais.

De lá para cá ela vem mantendo o cronograma, e na última semana anunciou ter chegado a um novo patamar, ao produzir o primeiro HD padrão de 3,5 polegadas com capacidade de 16 TB.

1956: HD do IBM 305 RAMAC, o 1° computador a ter um disco rígido. Peso: 1 t. Capacidade: 5 MB

A técnica HAMR consiste em incluir um laser, mais fino que um grão de sal para acompanhar a agulha de gravação, aquecendo uma região do disco magnético, permitindo que uma quantidade maior de dados seja gravada por área. Nas primeiras gerações, foi possível produzir discos de até 6 TB, aliada a outro método que é rechear os HDs com hélio, um gás nobre sete vezes menos denso que o ar, e que por isso oferece menos resistência às agulhas, permitindo maiores velocidades de leitura e gravação e mais discos no mesmo espaço.

A Seagate, junto com a Western Digital (as duas últimas fabricantes de discos rígidos do planeta) vem batendo cabeça para solucionar o problema do limite de espaço em discos rígidos, principalmente porque o preço do GB em memórias Flash ainda não é convidativo o suficiente, para permitir a empresas investirem na troca dos HDs para SSDs.

Ainda no tema contenção de custos, empresas são hoje obrigadas a adquirir maquinário adicional para seus datacenters e servidores para utilizarem unidades de disco de grandes capacidades, que são maiores do que o modelo padrão que todo mundo usa. Assim, muitos acabam adquirindo vários HDs e os utilizam em RAID, o que nem sempre é uma boa ideia.

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O HAMR veio para resolver esse problema, oferecendo os bons e velhos discos de 3,5″ com muito mais capacidade interna, compatíveis com hardware legado e claro, mais confiáveis. Some-se a isso a técnica Multi Actuator da Seagate, que conta com dois dois braços e cabeçotes independentes, permitindo que trabalhem de forma independente, com um lendo e o outro escrevendo os dados simultaneamente, ou em conjunto, para aumentar a velocidade.

Em testes realizados pela Seagate, os HDs fabricados com a técnica HAMR, também chamada de Mach.2 alcançaram velocidades de reprodução de até 480 MB/s, cerca de 60% mais rápido do que os discos de 15 mil RPMs geralmente usados em datacenters. Um SSD hoje alcança tais marcas, mas claro, os HDs da Seagate podem comportar muito mais espaço pelo mesmo preço.

Vale lembrar que a Western Digital possui uma técnica similar ao HAMR da concorrente, chamada MAMR (Microwave-assisted Magnetic Recording, ou Gravação Magnética Auxiliada por Microondas), que troca o laser por microondas. Segundo a fabricante, seu método é mais confiável do que o da Seagate, que até agora vem se mostrando mais escalável: a média anual de 30% de aumento da densidade de área vem sendo mantida.

A Seagate originalmente prometeu que os primeiros HDs HAMR de 20 TB chegariam em 2020, e ao contrário do anunciado em um anúncio posterior, eles não devem dar as caras antes do combinado inicial. De qualquer forma, a promessa original de um HD de 60 TB em dez anos ainda não foi revista, então tudo pode acontecer.

Infelizmente, nada disso é para o nosso bico, ao menos não por enquanto: tanto o HAMR, quanto o MAMR e o uso de hélio são técnicas muito caras, e por isso tais HDs são voltados ao mercado corporativo, para empresas que podem pagar. Claro, eles continuam sendo muito mais baratos do que SSDs de uma mesma capacidade, mas para a maioria dos mortais, eles seguirão com valores proibitivos.

O lado bom é, que como tudo relativo à tecnologia, os preços começam caros, mas não permanecem assim; dessa forma, nos próximos anos poderemos adquirir uma belezinha dessas para guardar pr0n – digo, fazer nossos backups, algo que o SSD ainda não atende de forma adequada apenas por causa do preço por GB.

Com informações: Seagate.

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Após roteiro americanizado, filme do Metro 2033 é interrompido

MeioBit - Mon, 10/12/2018 - 06:38

Embora alguns fãs do jogo nem saibam disso, o Metro 2033 foi inspirado no livro homônimo escrito por Dmitry Glukhovsky e por se tratar de uma fantástica história que se passa em uma Rússia devastada por uma guerra nuclear, a impressão de muitos é de que ela poderia ser transformada em um ótimo filme.

Foi então que em 2016 nos chegou a informação de que a adaptação iria mesmo acontecer, com a MGM ficando responsável pela produção e F. Scott Frazier (xXx: Reativado, Busca sem Limites e futuramente o A Guerra dos Consoles) tendo sido escolhido para escrever o roteiro. O problema é que ao dar a sua visão sobre a história, o roteirista fez mudanças cruciais e o projeto voltou para a gaveta, fazendo com que o longa metragem não deva aparecer tão cedo.

O projeto com a MGM optando por este livro e desenvolvendo um roteiro nos levou a nada e os direitos voltaram para mim,” afirmou Glukhovsky. “Então, no momento estamos conversando com novos produtores sobre uma possível adaptação, mas este é um processo muito longo e difícil. Eu ainda estou otimista. Vamos ver se o lançamento do Metro Exodus poderá empurrar a propriedade intelectual um pouco mais além dos oceanos e veremos como isso funciona.

O grande problema de acordo com o autor foi a ideia de levar a história contada no livro e nos games para os Estados Unidos. Assim, se o filme fosse realmente produzido ele se passaria em Washington DC e não em Moscou, o que segundo ele acabaria com toda a atmosfera. Para Glukhovsky, na América coisas como nazistas, comunistas e os Dark Ones não funcionariam.

Aliás, ao citar esses últimos o russo afirmou que a espécie decentemente de humanos que sobreviveu à radiação é uma alegoria para a xenofobia, problema que se encaixa melhor num enredo passado na Europa. Ou seja, como os monstros provavelmente seriam substituídas por “bestas aleatórias” que não apareceriam humanas, toda a questão da xenofobia não teria como ser abordada, fatalmente fazendo com que a história não passasse de algo genérico.

Por fim, Glukhovsky questionou as pessoas envolvidas com a adaptação por elas defenderem que os americanos gostam apenas de histórias passadas no seu país. Segundo ele, com os livros e os jogos tendo vendido tantos milhões de cópias, manter a história em Moscou seria uma ótima maneira de atrair mais pessoas, mesmo porque já cansamos de ver os estados Unidos sendo destruído no cinema.

Por não ser um americano e portanto não ter crescido com a cultura daquele país, talvez seja mais fácil defender que odiaria ver a história do Metro 2033 sendo transportada para outro país. O estúdio obviamente não estaria muito preocupado com tal mudancá, já que o importante para eles seria faturar o máximo possível, mas para a alegria de todos que adorariam ver a adaptação mais fiel possível, felizmente Dmitry Glukhovsky teve o controle necessário para impedir essa heresia.

Fonte: VG247.

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